Federação Interestadual dos Policiais Civis das Regiões Centro-Oeste e Norte.

Giancarlo Miranda, Vice-Presidente da Feipol-CON, participa, representando a entidade, de importante evento sobre a Modernização da Polícia Civil

Nos dias 02 e 03 de maio, foi realizado, em Vitória-ES, o VIII Congresso do Sindipol Espirito Santo, com o tema: Os Caminhos para a Modernização da Polícia Civil. O evento contou com representações classistas dos estados do Acre, Ceará, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo, todos com o objetivo de discutir ações para o fortalecimento da polícia investigativa estadual. “Essa interação é fundamental e deve contar com propostas de ação efetiva por parte das entidades sindicais. Tivemos no evento, não somente sindicalistas e policiais representados, mas a comunidade acadêmica se fez presente e isso fomenta ainda mais o debate sobre a evolução que precisamos para a polícia civil”, destacou Giancarlo, Vice-Presidente da Feipol-CON.

Palestraram no Congresso o Delegado-Geral da Polícia Civil do Espírito Santo, José Darcy Arruda; o Dr. Roberto Darós, criminalista, professor universitário e autor de livros com pesquisa científica importante para a segurança pública; Francisco Lucas, Presidente do Sinpol-CE e Itamir Lima, Presidente da FEPOLNORTE. Com temas distintos, mas totalmente convergente com as propostas de uma Polícia Civil moderna, eficiente e valorizada.

A oportunidade de troca de experiências entre os participantes e as ações que podem e devem ser implementadas, tanto em âmbito legislativo como governamental, assim como no meio sindical e por cada um que compõe a polícia civil, foi o ponto alto do VIII Congresso do SINDIPOL/ES. “Alguns estados já estão apresentando projetos de unificação de cargos, carreira única, mudança de nomenclatura, incremento de atribuições, enfim, várias iniciativas para massificar a discussão sobre a evolução na polícia civil, dentre eles Sergipe, Rio de Janeiro, o próprio Espírito Santo, Pará etc. Pretendo levar à Feipol-CON e sua base as ideias para que possamos também discutir de maneira mais ampla sobre essas mudanças, que podem redefinir nossa instituição e promover melhores serviços à sociedade”, finalizou Miranda.

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