Federação Interestadual dos Policiais Civis das Regiões Centro-Oeste e Norte.

REFORMA DA PREVIDÊNCIA – UPB-TO define estratégias de atuação em defesa de uma Aposentadoria Digna para Policiais

Na tarde da última sexta-feira (03/05), representantes de servidores policiais da Polícia Civil, Polícia Federal, Peritos Criminais Federais e Polícia Rodoviária Federal, reuniram-se para definir estratégias das entidades na luta contra a Reforma da Previdência.

De posse da programação da UPB Nacional, os representantes buscaram a melhor forma de adequar a agenda nacional com as ações a serem desenvolvidas no Tocantins e estabelecer toda a logística para a ida dos policiais do estado à Brasília no dia reservado para a Caravana à Brasília.

Todas as ações programadas ficaram desta forma definidas:

Dias 6 e 7: atos no aeroporto de Palmas

          ⁃         Dia 6 – Horário 10:30 no aeroporto (voo de 11:50).

          ⁃         Horário 17:00 no aeroporto (voo 18:10).

          ⁃         Dia 7 – Horário 4:00 no aeroporto (voo de 5:00). (Programação deste dia está condicionada a uma avaliação da necessidade pelas entidades) .

  • Dia 13: Coletiva de imprensa com integrantes da UPB-TO.
  • Dia 21: Caravana para Brasília.

          As tarefas foram definidas e divididas entre as entidades. A princípio, no que tange a programação da Caravana à Brasília, a ideia é que a saída seja na noite do dia 20/05 e o retorno já no dia 21/05 a noite, com chegada em Palmas na manhã do dia 22/05. “Temos muito trabalho a fazer, mas é agora a hora de unirmos forças e irmos com tudo pela garantia de nossos direitos, pois depois de promulgada a PEC, o prejuízo será imensurável e irreversível. Contamos com o envolvimento de todos os operadores de segurança pública do Tocantins na programação das manifestações”, disse Ubiratan Rebelo, Presidente do Sinpol/TO.

As ações das entidades ligadas a UPB tem sido de encaminhar uma proposta de emenda ao texto da PEC 06/2019, onde faz algumas correções de injustiças da proposta original e correm atrás de assinaturas para garantir os pleitos. Atualmente o texto está tramitando na comissão especial, onde aguarda uma série de discussões, audiências públicas e debates para, posteriormente, após votado o relatório, ser encaminhado ao plenário da Câmara.

Durante o processo negocial, tanto antes da apresentação do texto da Reforma, quanto durante às discussões na Comissão de Constituição e Justiça – CCJ, o Governo Federal, simplesmente desconsiderou todas as demandas apresentadas e desprezou os argumentos dos operadores de segurança pública. “Lamentável a postura do Presidente Bolsonaro para com os policiais do Brasil. Confiamos em uma valorização e, até então, a única proposta de fato para esses profissionais é retirando seus direitos e tratando com enorme disparidade policiais, se comparado ao oferecido aos militares das forças armadas. Exigimos uma transição razoável, assim como dos militares, uma pensão digna para termos a tranquilidade do sustento de nossas famílias no caso de nossa falta, assim como exigimos que nossas aposentadorias sigam padrões de outros países que valorizam seus policiais e possuem condições de trabalho infinitamente melhores do que as que enfrentamos no Brasil”, ponderou, Marcilene Lucena, Presidente da Feipol-CON.

Além dos já citados, participaram da reunião Marcos Gomes, Presidente do SINPRF-TO; Vinícius Patrucelli, Presidente do SINPEF-TO; Diretor Carlos Antônio da APCF-TO; Diretoras da Feipol-CON, Nadir Nunes e Heryka Lopes

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